Completados 60 dias da Morte de Charles Reinan, a família vai a câmara municipal pedir ajuda para que o caso não seja esquecido. Na sessão da última terça-feira, dia 20 de novembro, a mãe, a irmã, o pai e a tia de Charles Reinan, morto por PM´s depois de ser confundido com bandido, compareceram à câmara munidos de um sentimento de revolta , porque até agora as autoridades nada fizeram para resolver o caso do assassinato do Charles.
Segundo Vera, tia da vítima, já foi conversado com o governador Cid Gomes, com o secretário de Segurança Roberto Monteiro e os mesmos prometeram que o caso teria uma atenção especial por parte do Governo do Estado, mas que ficou apenas nas promessas. Chorando, Vera perguntou se isso está acontecendo apenas porque a família de Charles Reinan é pobre e não têm condições de pagar um bom advogado.
Passados 60 dias do crime de Charles o processo ainda não chegou às mãos da Justiça, enquanto no crime do Capitão Daniel contra os dois irmãos médicos Marcelo e Leonardo, em 30 dias o autor do crime já estava sendo ouvido no Iguatu.
No caso dos policiais que atiraram contra turistas em Fortaleza em tempo recorde os policiais envolvidos perderam suas fardas, ressaltou Vera que chorava muito durante seu pronunciamento. A tia do rapaz pediu ainda segurança para o irmão que sobreviveu, o Júnior. Dr. Romualdo Lima, presidente da OAB - subsecção de Iguatu que estava presente na sessão garantiu à família que a entidade vai procurar ajudá-los na forma da lei. Na terça-feira também foi realizada missa na Catedral de são José para lembrar a morte de Charles.
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Comentários
Eu sempre quis fazer o concurso da policia,
por isso eu achei maravilhosooooo ooooooo
Um grande abraço...
Antonio Alves
O nosso Estado-Ceará não pode deixar que a impunidade volte a reinar como ocorreu no tempo da ditadura-militar que a ARENA era mola-mestre da política Brasileira. Para essa família que implora justiça, precisamos unir forças para atende-la assim como qualquer outra que, porventura, venha sofrer tal arbitrariedade.
Saudações Conterrâneas.
Antonio Alves
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