| Operação ‘Vôo Livre’ do Ibama apreende e solta avoantes na região |
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| Por Cavalcante Neto | |||
| 04 Setembro 2008 | |||
A operação "vôo livre" desencadeada no estado, pelo IBAMA, vai continuar. Oito fiscais e quatro policiais, estão na região centro sul, nesse ciclo de alimentação da avoante, combatendo a caça predatória. A operação "vôo livre" desencadeada no estado, pelo IBAMA, vai continuar. O coordenador de fiscalização estadual desse órgão, Rolfran Cacho Ribeiro, acompanhado de oito fiscais e quatro policiais, estão na região centro sul, nesse ciclo de alimentação da avoante, combatendo a caça predatória.![]()
Nessa época as avoantes precisam, reproduzir, se alimentar e completar o ciclo de arribação que ela faz. "Quando elas estão em postura, as pessoas vão lá tiram os ovos e matam ainda na fase de postura. Isso aconteceu na região de Tauá, Santa Quitéria, Tejussuoca, Meruoca e Sobral, aonde fizeram um trabalho muito bom nessa área", disse o coordenador. Segundo ele, nessa região de Iguatu e Quixelô, os caçadores têm costume de usarem as arapucas. Foram apreendidas somente em dois dias 5.900 arapucas, foram soltas de dentro das arapucas 780 avoantes, prontas para serem abatidas, 200 avoantes foram apreendidas, prontas para o consumo e com os caçadores foram apreendidas duas motos. Esse trabalho é feito com a integração da policia ambiental e com o escritório regional do IBAMA, para se ter um melhor resultado. Conforme o coordenador estadual Rolfran Cacho, o infrator será multado e por cada avoante ele pagará R$ 500,00, responderá um T.C. O (Termo Circunstancial de Ocorrência), de imediato e poderá pegar de seis meses a um ano de reclusão.
O delegado Jurandir Costa, disse que essas pessoas são autoras de crimes ambientais, especificamente serão enquadradas no artigo 99. "São infratores e todo procedimento será encaminhado ao Poder Judiciário, para que os mesmos sejam julgados. A pena é de um ano e eles serão liberados para responder em liberdade", disse Dr. Jurandir Costa.
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