Na tarde desta quinta-feira,04/11, aconteceu no fórum de Iguatu, Desembargador Boanerges de Queiroz Facó, a última audiência do caso do Capitão Daniel, que assassinou a tiros os dois irmãos médicos, Marcelo e Leonardo Teixeira. Nesta audiência foi ouvida a última testemunha de defesa do ex-capitão, o Policial Militar, de nome Antônio Felipe da Costa e Silva, natural de Iguatu, nascido em 03 julho de 1973, residente na 7 de setembro, que substituiu uma outra testemunha que foi arrolada em São Paulo, mas que não foi encontrada.
O advogado de defesa, Dr. Delano Cruz, no fim da audiência pediu uma acariação ente as testumunhas: o soldado Felipe e os cabos Horácio e Cleudo. Segundo Dr. Delano está havendo incongruência entre os depoimentos. Cabe ao Juiz Dr. Wotton Ricardo Pinheiro aceitar ou não. A família das vítimas, Marcelo e Leonardo Teixeira, reclamam do tratamento que o ex-capitão Daniel está recebendo, principalmente todo o aparato policial, em virtude dele, agora, ser um preso comum. Os advogados das vítimas entrarão com reclamação junto ao Estado.
Para eles, o ex-capitão deveria ser tratado como manda a lei, como um preso comum, já que ele perdeu a farda. Mas, mesmo assim, o réu continua preso num quartel da PM em Fortaleza e toda vez que tem uma audiência, todo um esquema policial é montado, inclusive com a vinda de viaturas de Fortaleza, abastecidas com o dinheiro público. Por outro lado, o ex-capitão, ao término da audiência, já dentro da viatura, não se exime da culpa, mas diz que não poderia falar com a imprensa em virtude da hora. Ao sair entregou um papel à Mais FM, onde faz sérias acusações contra o Dr. Nelson, pai das vítimas.
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