Um dos prédios da antiga REFFSA, hoje
CFN, continua sendo utilizado por famílias como moradia. Constatamos que quatro
famílias se abrigam num daqueles prédios, pois não tem emprego, são simplesmente
catadores de lixo e que não tem condições de pagar um aluguel. A reportagem da Mais FM, esteve acompanhando o Juizado da Infância em uma das muitas visitas feitas aquele prédio
Família ocupante do prédio da antiga REFFSA
Um dos prédios da antiga sede da Rede Ferroviária Federal S/A, REFFSA, hoje
Companhia Ferroviária do Nordeste, CFN, continua sendo utilizado por famílias como moradia.
Duas senhoras catadoras de lixo moram no prédio da REFFSA
Constatamos que quatro
famílias se abrigam num daqueles prédios, pois não tem emprego, são simplesmente
catadores de lixo e que não tem condições de pagar um aluguel. A reportagem da
Rádio Mais FM, esteve acompanhando o Juizado da Infância e Juventude desta
cidade em uma das muitas visitas feitas aquele prédio. Percebemos que existem famílias
como a da dona Francisca Duarte Teixeira, que além dela e o esposo existem três
crianças e nos próximos meses virá mais uma criança, pois ela está grávida. Dona Francisca disse que está morando ali porque não tem como pagar aluguel, e
tem três crianças e precisam se alimentar, se pagar o aluguel fica sem a alimentação
das crianças. "Meu marido trabalha, mas o ganho dele não dá, pois ele
junta papelão, ferro velho e não dá", falou. Francisca disse ainda que espera
que as autoridades façam alguma coisa por eles, pois não pretendem morar ali
por muito tempo e que precisam mesmo é de uma moradia.
Moradores vivem da reciclagem de lixo
Outras famílias que ali
residem, estão na mesma situação, esperando uma solução.
O Diretor Executivo do Juizado da Infância e Juventude,
Barbosa Filho depois de cadastrar todas as famílias, disse que agora serão
encaminhadas a Secretaria de Ação Social do município e ao Conselho Tutelar,
pois tem crianças que precisam ser acompanhadas.
Dona Maria Zilda é outra moradora do prédio da antiga ferroviária
que não tem para onde ir. Segundo ela, está sem condições de pagar aluguel e o
único lugar que encontrou foi aquele, para se abrigar com a família. Zilda tem
uma criança de 9 anos que está em seu poder e que não está na escola.
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